Os Thais : Povos não alcançados
março 4, 2010 por Franksnei Rangel
Categoria: Missões
Seriam Eles Predestinados ao Budismo?
Embora politicamente livres e fiéis às tradições budistas, a maioria se constitui de adoradores de espíritos.
Creme doce tempera o chá tailandês. Temperos quentes em arroz cozido umedecem o paladar. Seus rostos são saudáveis e risonhos. Seus olhos são negros e brilhantes. Sua frase predileta é: Sabay, sabay, khun thaiteh – agradável e bela é a vida de um tailandês. Possuem voz tranqüila, são pessoas muito agradáveis e seus ancestrais povoaram a planície central da Tailândia.
Os mais de 61 milhões de tailandeses são um povo bonito, que parece não perceber a dádiva da beleza que Deus lhes concedeu.
História
Thai, palavra que lhes deu origem ao nome, significa “livre”. Este povo, majoritário da Tailândia, tem orgulho de sua História de liberdade há mais de mil anos. Para permanecerem livres, porém, os tailandeses às vezes tiveram que entregar seus bens, suas terras e suas almas.
Seus ancestrais eram originários de China central e se chamavam Tais. Migraram para o sudeste da Ásia por volta dos anos 1000 a 1300 de nossa era, e estabeleceram um reino chamado Sião, nos anos 1500. O ocidente tem retratado as terras exuberantes do Sião em musicais populares como “Terra dos sorrisos” e “O Rei e eu”.
A Tailândia foi o único país do sudeste asiático que não se deixou colonizar. Nos anos 1800 as astutas negociações dos reis da Tailândia jogaram as potências coloniais Inglaterra e Holanda, uma contra a outra. Parte do território tailandês foi negociado, a fim de permitir que o país continuasse livre.
Tailandeses de hoje
São uma força extraordinária na economia do sudeste asiático. Entretanto, para conquistar este status comercial, tiveram que se desfazer de grande parte de seus recursos naturais, inclusive as últimas reservas mundiais de teca, uma madeira asiática nobre. Como resultado, a inundação e erosão dos solos expulsou para as cidades muitas famílias rurais, principalmente para a já superpovoada Bangkok.
Bangkok é uma megalópole de 5,62 milhões de habitantes, recortada de canais poluídos, lindos parques, cintilante vida noturna, centros de negócios chineses, favelas imensas e prostíbulos que proporcionam bons negócios turísticos.
Acordos e muita transigência tornaram o evangelismo ineficaz na pequena igreja tailandesa. A liderança chinesa ou sino-tailandesa inibe e participação da etnia tailandesa.
Os tailandeses não responderam
Mesmo tendo a Bíblia, igrejas e missionários, os tailandeses continuam sendo um povo não alcançado, porque não responderam ao Evangelho.
Oremos pelos tailandeses
- Para que Deus use acontecimentos internacionais e econômicos para mostrar-lhes a verdadeira liberdade e que as respostas não se encontram no budismo, na adoração Fi, ou no materialismo. Ore para que os negócios com cristãos mostrem aos tailandeses o valor do indivíduo.
- A música tailandesa é profundamente triste, o que mostra a angústia no coração deste povo risonho. Ore para que a música cultural do cristianismo possa ser divulgada nos 14 programas de rádio cristãos existentes na Tailândia.
- O principal problema dos tailandeses se concentra no fato de que eles não aceitam a existência da alma. Privados deste real valor, os tailandeses facilmente se vendem aos espíritos, filosofias e práticas budistas, e vendem seu povo e sua terra por lucros de curto prazo. Ore para que livro cristão e material educativo infantil possa alcançar a infância tailandesa, antes que a doutrina budista a prive dos verdadeiros valores.
- Ore para que sejam as forças do mal sejam expulsas e assim cesse a falsa liberdade que os leva à prostituição.
- Ore para que os tailandeses ouçam o Evangelho como mensagem de esperança e não como credo de estrangeiros.
Depois destas coisas olhei, e vi uma grande multidão
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Polícia auxilia muçulmanos a perseguir cristãos
A perseguição de protestantes que se reúnem e oram sem a permissão do Estado continua no Turcomenistão. A agência Forum 18 relata que até grupos de civis muçulmanos invadem as casas de cristãos, confiscam Bíblias e levam os cristãos até a delegacia.
No dia 20 de dezembro, na cidade de Dashoguz, o chefe mufti, imam da região, liderou uma invasão policial contra a igreja Batista Caminho de Fé, onde os cristãos se reuniam para o culto de domingo. Os policiais tiraram fotos de todos os presentes e confiscaram mais de 100 Bíblias e outros livros cristãos. Todos os 22 cristãos presentes foram levados à delegacia e interrogados por horas; alguns, por medo, assinaram um documento prometendo não frequentar mais nenhum culto cristão.
As autoridades declaram que é proibido um grupo se reunir sem estar registrado no Estado, mas alguns cristãos disseram que tentaram se registrar a muito tempo atrás, mas não obtiveram respostas.
No dia 28 de janeiro, em Gurbansoltan-eje, ainda na região de Dashoguz, a polícia interrompeu uma festa de aniversário em uma residência, identificou e interrogou todos os presentes e levaram o pastor Yuri Rozmetov e sua mãe para a delegacia, onde ficaram detidos por horas.
A Forum 18 relatou que tais ações são frequentes: Na cidade de Maria, a polícia secreta intimou os fieis da igreja Pentecostal Paz para o mundo, e os interrogou durante horas. Eles foram forçados a assinar documentos desistindo da fé cristã.
No fim de janeiro, o pastor Ilmurad Nurliev, de Maria, foi impedido de deixar o país. Ele foi forçado a desembarcar do avião, pois, em 2007, ele foi proibido de viajar para outros países, sem saber o motivo.
Fonte: Missão Portas Abertas
Cinco famílias evangélicas têm as casas destruídas
MÉXICO – Em 13 de janeiro, católicos tradicionalistas destruíram a casa e outras propriedades de cinco famílias evangélicas na comunidade de Los Llanos, San Cristóbal de Las Casas. As famílias são recém-convertidas.
Em 19 de abril de 2009, os evangélicos Los Llanos fizeram a inauguração de um templo, que foi perturbada com a entrada de 70 pessoas, as quais afirmavam que os evangélicos seriam presos por estarem prestando um culto.
Vários líderes da nova igreja foram levados para a delegacia e detidos por uma hora, enquanto outros tradicionalistas dispersavam os demais membros.
Alfonso, um dos líderes da igreja, perguntou aos invasores o que os evangélicos tinham feito de errado, e acrescentou: “Temos um Deus e Ele está no céu”. Isso enfureceu os invasores, que agrediram o pastor Alejandro Cruz Ton.
Esse incidente não intimidou os evangélicos, que continuaram a se reunir, mesmo sob os protestos dos católicos. Em uma ocasião, pedaços de madeira e árvores foram colocados na entrada do templo, para impedir o acesso dos evangélicos.
Em outra, situação, a polícia foi acionada e pediu-se para ela levar para a delegacia os 12 participantes de um culto com mais dos bebês de um deles. As pessoas ficaram detidas por pouco tempo.
No dia 28 de junho, foi realizada uma reunião sobre como melhorar a comunidade. O foco principal foi dizer aos evangélicos que eles precisavam abandonar sua crença e voltar à fé católica.
Os evangélicos pediram que fossem respeitados seus direitos de ter sua própria religião. A isso, os católicos responderam que a única religião de Los Llanos é o catolicismo.
Às 16 horas, os evangélicos foram presos novamente, enquanto alguns chefes da comunidade destruíam o novo templo.
As autoridades foram além da destruição do templo e criaram um documento declarando que os evangélicos estavam de acordo de que o templo deles deveria ser destruído e que cooperariam com os festivais católicos.
Os evangélicos responderam que era mentira e declararam: “Não, nós não deixamos nossa fé em Jesus”.
Eles continuaram a sofrer abusos e ameaças, pois, continuam a se reunir em suas casas.
Nossa oração é por justiça e por apoio a essas famílias afetadas:
1. Alfonso Diaz Jimenez e sua esposa Eulália Diaz Lopez;
2. Lucio Gomez Lopez e sua esposa Pascuala Diaz Diaz (filhos: Marina e Alfredo Gomez Diaz);
3. Mariano Diaz Lopez e sua esposa Martha Gomez Diaz,
4. Maria Lopez Diaz (mãe de Mariano);
5. Olivia Diaz Hernandez (sobrinha de Mariano);
6. Dominga Diaz Lopez (irmã de Mariano);
7. Agustin Hernandez Nuñez e sua esposa Petra Diaz Diaz (filhos: Guillermo, Lorenzo, Patricia, Marcelo, Bernabe, Mateo e Elisa Hernandez Diaz);
8. Dominga Diaz Diaz
Tradução: Missão Portas Abertas/ Overbo.com.br
O povo indígena Guarani-Kaiowá X Intervenção Federal no Mato Grosso do Sul

Guarani kaiowa
Na quarta-feira, 25, à noite, um grupo de fazendeiros e seus seguranças particulares ameaçaram cerca de 250 guarani-kaiowá, da comunidade de Kurussu Ambá, disparando para o ar com armas de fogo e usando cachorros para amedrontar os indígenas, que, assustados, esconderam-se em matagal próximo.
No mesmo dia, a comunidade guarani-kaiowá de Kurussu Ambá, perto do município de Coronel Sapucaia (a 380 Km da capital), retomara parte de suas terras tradicionais. Durante quatro anos, essa comunidade viveu na beira da rodovia MS 289, que liga Amambaí a Coronel Sapucaia.
Entre a caravana dos fazendeiros havia uma viatura do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), segundo relato dos indígenas.
Na semana anterior, no dia 19, outro grupo de fazendeiros, também acompanhados por seus seguranças armados, despejou, sem ordem judicial, segundo denúncia do Cimi, uma comunidade Terena, de 300 pessoas, que retomara parte da terra Buriti, no município de Sidrolândia (a 70 Km de Campo Grande). Um batalhão de cerca de 50 policiais militares participaram da ação.
A Polícia Federal do Mato Grosso do Sul, informa nota do Cimi, confirmou que não havia ordem judicial para a reintegração de posse de terras da Fazenda Querência São José, retomada pelos terenas.
Em artigo para o sítio web do Cimi, a professora Iara Tatiana Bonin, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) comparou a covardia dos fazendeiros brasileiros com os integrantes da Ku-Klux-Klan no Mississipi, Estados Unidos, do século passado.
“É impossível imaginarmos que esses violentos ataques aos povos indígenas sejam fatos isolados, ou que eles sejam apenas sintomas de um desvio na conduta ética e moral de alguns indivíduos. Esse tipo de violência está inegavelmente relacionado às instituições sociais e às práticas contemporâneas de discriminação e segregação social protagonizadas, em grande medida, pelos governos”, escreveu Bonin.
Embora a Constituição brasileira estabeleça o princípio de igualdade entre todos os cidadãos, “no dia a dia o que se estabelece é um tipo de racismo institucionalizado que diferencia aqueles que devem viver e os que devem morrer, tomando por base critérios econômicos e políticos”, prossegue a professora da Ulbra.
A autora do comentário tece violenta crítica ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que “lava as mãos diante da ultrajante situação vivida por este povo”, não agilizando processos administrativos de demarcação das terras, “quando prefere acolher as demandas dos empresários e quando afirma que o desenvolvimento do país não pode ser freado por alguns ‘penduricalhos’”.
Assim, constata a professora, os grandes latifundiários, fazendeiros e agentes do agronegócio “se sentem autorizados a agir por conta própria, porque encontram respaldo em um discurso governamental que tudo converte em capital (os recursos naturais, a terra, o ser humano).”
Na nota, o Cimi repudia ações do governo do Mato Grosso do Sul em impedir que grupos de trabalho criados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) procedam estudos antropológicos na região, “agredindo com isso os direitos constitucionais dos povos indígenas, especialmente dos guarani-kaiowá e do povo terena.”
O jurista e ex-presidente da Funai, Carlos Frederico Mares de Souza Filho, explicou, no 1. Seminário Latino-Americano dos Povos Indígenas e Direitos Humanos, organizado pela Universidade de São Paulo no início de novembro, que fazendeiros do Mato Grosso do Sul querem aplicar o mesmo que políticos e produtores de arroz almejavam para a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima: demarcar a terra indígena em ilhas.
A situação no Mato Grosso do Sul, declarou Souza Filho, só será resolvida com a demarcação contínua das terras dos guaranis.
Na avaliação do líder indígena Marcos terena, o Brasil passou a ser, com a Constituição de 1988 e a adoção da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o país com uma das melhores leis de defesa dos povos indígenas. O único problema é que tanto o Legislativo como o Executivo não conseguem consolidar essa regulamentação.
No Paraguai, mais de 2.500 hectares foram fumigados por avião do latifundiário Titté Alfonso, em novembro, intoxicando 200 indígenas avaí-guarani, cinco deles em estado grave, da população de Santo Tomás Itakyry, da região oriental do Alto Guarani.
O caso foi admitido pela ministra da Saúde, Esperanza Martínez, ao jornal Il Manifesto.
A ação criminosa teve por objetivo desalojar as populações indígenas da região, que exigem as terras por direito ancestral. Dirigente da associação dos agricultores do Alto Paraná denunciou, ao portal elciudadano.cl, a “máfia da soja que usa veneno para afugentar as pessoas com a cumplicidade das autoridades”.
De acordo com matéria do Il Manifesto, fazendeiros do Brasil e empresas da soja adquiriram, subornando políticos da região no início dos anos 80 do século passado, terras indígenas para o cultivo da oleaginosa. “O que queremos é que nos deixem em paz e parem de nos caçar com animais”, declarou representante da comunidade ava-guarani.
Fonte: ALC
Mssões: Os Tibetanos, povos não alcançados
Terra da Neve, Teto do Mundo, Terra Proibida, Última Shangri-La, são nomes dados ao Tibete. O mundo tibetano-budista é uma das últimas fronteiras do pioneirismo. Compreendendo o Tibete, porções da China, Mongólia, Nepal, Butão e Índia, estas terras tibeta
Sabe-se que existem mais de 60 grupos de povos tibetano-budistas. Abrangem desde os guerreiros Khampas, os nômades Amdos e os tibetanos Lhasa, todos incluídos dentro das fragmentadas fronteiras do Tibete propriamente dito. Fora do Tibete estão os Ladakhis e Lahaulis do norte da Índia, os Tuvans da Mongólia, Os Naxis da província de Yunnan, na China, os Sherpas e Larkyas do Nepal e os Sharshops, Lepchas e Drukpas do Butão. Dentro da Índia, há mais de duas dúzias de campos de refugiados tibetanos. Espalhados para além da Ásia, os tibetanos agora se encontram em todo o mundo.
Misteriosas terras das roletas de rezas, das bandeirolas de orações, dos lamas que entoam mantras, dos monges e freiras, o mundo tibetano budista também é conhecido como o trono de satã e coração das trevas. Embora generosos e hospitaleiros, os tibetanos foram aprisionados não apenas pelos chineses. Dominados pela demoníaca religião Bon, o Budismo penetrou no Tibete vindo da Índia, no século VII. A princípio os tibetanos resistiram, mas depois o aceitaram, tentando fugir das potestades das trevas do ocultismo, que os mantinham em servidão. Ledo engano. O Budismo Tibetano é uma mistura de Budismo Mahayana, com a prática do ritual Shamanístico e a antiga religião ocultista Bon. Estimula uma profunda imersão no mundo espírita. No passado ofereciam sacrifícios humanos e ainda hoje invocam a presença de demônios. O Chod é um ato devastador que consiste em oferecer a carne de alguém para ser comida pelos demônios. Lugares específicos de adoração se encontram através do mundo tibetano-budista, como por exemplo o Templo Jokhang, em Lhasa, ponto focal do Budismo Tibetano. O Monte Kailash, no Tibete ocidental, é considerado o lugar mais sagrado da cordilheira do Himalaia. Fica próximo à nascente de quatro rios: Brahmaputra, Hindus, Karnali e Sutlej. Sua importância religiosa é tremenda, pois os Hindus consideram que Shiva, deus da destruição, habita nas suas alturas.
Apaziguar o mundo espiritual, e conseguir méritos, em benefício de uma melhor reencarnação, é uma preocupação constante de todo tibetano. Peregrinos se deslocam de milhares de milhas para o monte Kailash e para o templo de Jokhang, a adorar.
Missionários nestorianos, ortodoxos, católicos e protestantes, se empenharam durante séculos para implantar o evangelho no coração das trevas. Apesar de cristãos morávios haverem traduzido o Novo Testamento Tibetano, pouco fruto se produziu. Há cem anos Hudson Taylor fez a seguinte observação: “Converter tibetanos é a mesma coisa que entrar numa caverna e tentar tirar uma leoa de seus filhotes.” Mas cremos que o Leão de Judá está se movimentando.
Necessidade:
DE INTERCESSORES com chamada específica para orar pelos grupos tibetano-budistas não alcançados e pelo envio de missionários.
DE MISSIONÁRIOS PIONEIROS, que queiram oferecer suas vidas.
ORAI PELOS TIBETANOS!
- Para que a cruz de Jesus Cristo seja levantada e os tibetanos sejam conduzidos ao Deus Único e Verdadeiro.
- Pelo mover soberano do Espírito Santo, a fim de que multidões de tibetanos venham a entrar no Reino de Deus.
- Pelos monges e freiras tibetano-budistas, especialmente pelo Dalai Lama, o líder político e religioso.
- Para que as terras tibetanas, conhecidas como o coração das trevas, venham a tornar-se o coração da colheita.
- Para que os cristãos tibetanos perseverem em sua decisão de seguir a Jesus.
- Para que sejam enviados missionários residentes, que encontrem formas criativas de viverem em situações diversas, e se disponham a entregar suas vidas.
Fonte:MEG
Missões: Os Fulanis, povos nao alcançados
Nômades em busca de um território
Populações urbanas em crescimento, nações poderosas, e tribos rivais, ameaçam a liberdade do mais numeroso povo nômade do mundo.
Nômades, orgulhosos, muçulmanos, pastores de gado, África Ocidental, são algumas palavras que definem um povo extremamente espalhado e complicado.
Os fulanis são o maior grupo nômade do mundo, espalhados por dezenas de países da África centro-ocidental. Alguns são encontrados em países distantes como por exemplo Etiópia e Sudão. Um povo altivo, de pastores que se orgulha de manter o pulaaku. Pulaaku? Na sociedade asiática é o mesmo que perder a postura, aquilo que nós ocidentais chamamos de estoicismo. Um fulani perde o pulaaku quando demonstra sentir alegria, raiva, forte emoção ou mesmo dor.
Espalhados como estão, os fulanis precisam manter os vínculos tribais: O Fulfulde, uma família de línguas e dialetos similares, a atração pelo gado e uma identidade cultural comum.
Criadores, Fazendeiros e citadinos
A sociedade fulani se divide em três grandes grupos. Em primeiro lugar o fulani entende que os criadores nômades de gado são a classe mais nobre, preservando o tipo de vida tradicional. Durante séculos vagaram livremente pelas vastidões da África Ocidental.
Hoje em dia as limitações das fronteiras ameaça acabar com esta liberdade ampla que possuem os fulanis, de se deslocarem livremente, em busca de melhores pastagens. Seu gado é valioso, e propriedade tributável para os governos da região, de modo que agora os fulanis se sentem impedidos de cruzar fronteiras com o gado. Este fato, somado a uma crescente população urbana e à maior necessidade de uso da terra para a agricultura, restringe cada vez mais a disponibilidade de terras para o gado.
Em segundo lugar existem os fulanis que foram obrigados a se fixar, tentando sobreviver da agricultura. E em terceiro, os moradores das cidades. Somente nas cidades e nas grandes fazendas é que os fulanis são acessíveis aos missionários.
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Fonte: BibliaWorldNet
Missões: INCERTEZA NA LIBERTAÇÃO DOS CAXEMIRES
O povo com a independencia não resolvida
INCERTEZA NA LIBERTAÇÃO DOS CAXEMIRES
O conflito entre a Índia e o Paquistão nega independência a um povo conhecido por produzir a lã da Caxemira. O índice de analfabetismo entre as mulheres é altíssimo
Srinagar, Índia – Tiroteios ressoam nas montanhas. Mais uma vez o ritual matutino do fazendeiro Abdul Mohammed é interrompido pela breve combate entre o KLA (Movimento de Libertação da Caxemira) e tropas regulares do exército indiano, aquarteladas neste vale tranqüilo. Sua esposa e cinco de seus filhos, que trabalham no campo de trigo, ficam atentos aos tiros, mas logo voltam ao trabalho. A luta é distante, no vale oriental, e hoje não vai incomodá-los.
Durante séculos, Abdul e seus ancestrais foram criadores de ovelhas. Quando os ingleses chegaram à Índia e abriram caminho para esta antiga estância de férias de marajás e de outros nobres indianos, descobriram que o maior tesouro estava nos rebanhos que pastavam mansamente no tranqüilo Vale do Caxemira. Logo a seguir começou a procura pelos casacos da Caxemira e outras roupas finas. Hoje estas roupas podem ser encontradas no mundo inteiro.
Se você for ao Vale do Caxemira, pode comprar roupas diretamente à esposa de Abdul ou a outros comerciantes da região. A capital, Srinagar, situa-se a mais de dois mil metros de altitude, no Himalaia ocidental. O visitante de Srinagar pode desfrutar da mesma tranqüilidade e do frescor da montanha, de que há milênios outros estranhos têm desfrutado. Como os ingleses nos séculos XIX e XX, você poderá passar uma noite num barco-residência no lindo lago Dal, cercado de imensos jardins e altas montanhas.
O Vale do Caxemira situa-se acima do calor do planalto central da Índia, mas de vez em quando se aquece com a efervescência política entre a população muçulmana da Caxemira e qualquer grupo que ocupe o poder.
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Fonte: IGEVA
Igreja Evangélica Reformada doa sangue em centros de hemoterápia
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Segundo uma nota de imprensa chegada hoje à Angop, as festividades decorrem sob o lema “Juventude da IERA, lembra-te do teu criador e da terra que te concedeu como herança”, devendo o acto central acontecer a 15 de Novembro. Para este acto, a decorrer na cidade de Malanje, nordeste de Angola, está prevista a realização de um Sínodo Provincial. Além da doação de sangue e do Sínodo Provincial, indica o documento, preve-se a realização do seu 1º Acampamento Nacional, a decorrer de 9 a 13 do mesmo mês, em Calandula, Malanje, e do 1º Festival Nacional da Canção Religiosa, a te lugar na mesma província. Acções de limpeza em locais públicos, em todas zonas em que a igreja encontra-se implantada e testagens voluntárias contra o VIH/Sida a crentes da sua denominação religiosa, nos dias 7 e 8 de Novembro são outras actividades a desenvolver ao longo da semana da Juventude da IERA. No quadro das comemorações, pelo menos 300 jovens de igrejas “irmãs” e associações juvenis convidadas vão encontrar-se, na zona turística de Calandula, para reflectir sobre diversos aspectos da juventude e da igreja. |
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Fonte: Angola Press/BibliaWorldNet
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Missões: Os Khmer
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Fonte: ALC
Missões:Os Casaques
Janderbek, um jovem casaque, parecia voar na pastagem, galopando velozmente seu cavalo. A emoção corria em suas veias, enquanto a música do seu povo, exaltando o passado heróico, jorrava de um cassete preso à sela. Janderbek era um descendente dos lendários cavaleiros das hordas mongóis de Gengis Khan, que conquistaram a Ásia Central no século treze, mesclando-se aos turcos ancestrais, formando o que hoje é o Casaquistão. Por instantes o jovem imaginou-se como um belo herói das lendas do seu povo. Em sua imaginação estava armado para a caça e para prevenir-se do inimigo que tentava roubar o precioso rebanho do seu clã. De repente, Janderbek foi obrigado a freiar o cavalo, diante de uma cerca. Clara advertência de que a vida nômade havia sido substituída pelas fazendas coletivas altamente mecanizadas, onde se cultivavam grãos em vez de criar rebanhos. Janderbek, que passava férias de verão em seu país, era semelhante a muitos de seus companheiros que agora viviam em apartamentos e trabalhavam em fábricas. Outros casaques também foram preparados para viver numa sociedade moderna e industrializada. Como seus pares, Janderbek busca um sentido para o passado glorioso, tentando uma compensação para os dias confusos de sua existência atual.
Necessidades básicas
Uma mulher chamada Sholpan sentiu fortes dores de estômago e teve que subornar um médico para obter uma consulta, com dinheiro emprestado de parentes. O médico lhe disse que ela teria de se submeter a uma cirurgia, e entregou-lhe uma lista de material para a operação. Todos os dias ela e seus parentes percorriam os bazares da cidade, procurando o material, inclusive anestésicos e esparadrapo. Se conseguisse tudo, voltaria ao médico, com outra propina. Isto ilustra a total falta de itens básicos, tais como roupas e assistência médica.
O ressurgimento da religião
Embora sendo historicamente muçulmano, o comunismo destruiu não somente a identidade casaque, como também sua espiritualidade. Nas cidades, muitos ainda se dizem ateus e declaram só confiar em si próprios, pois tudo o mais falhou. Apesar disto, em todo o Casaquistão o interesse pelas coisas espirituais está em alta. Nas mesquitas, construídas com dinheiro saudita, os líderes muçulmanos locais dizem que para ser casaque é preciso ser muçulmano. Nas vilas, o folclore islâmico e seus curandeiros prendem a atenção do povo. Por toda parte proliferam as seitas, com suas filosofias, tentando preencher o profundo vácuo espiritual dos casaques.
A maior parte dos obreiros cristãos se concentra na capital, Alma-Ata. Embora seja pequeno o número de cristãos, existe grande interesse no evangelho. Apenas porções da Bíblia estão traduzidas. Lamentavelmente o cristianismo é visto como a religião estrangeira dos russos. De qualquer maneira, os casaques estão em busca de uma identidade.
Fonte:meg



Uma fortaleza na montanha
A
Eles são chamados “campos de matança”, porque cerca de Quatro Milhões de pessoas, a maioria das quais khmers, foram mortas nos anos setenta. Se os Estados Unidos experimentassem a mesma taxa de genocídio, morreriam 70 milhões de americanos.
O Khmer teve seu início quando o povo migrou da Índia para o Camboja, no século primeiro. O Reino de Angkor teve seu apogeu no século XII, simbolizado pelo famoso templo Hindu de Angkor Wat.

















