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Missões: Missão e Sofrimento

julho 26, 2010 por Franksnei Rangel  
Categoria: Missões

 

”E eu lhe mostrarei o quanto deve padecer pelo meu nome” (Atos 9:16)

Quando eu aceitei a Jesus Cristo como meu único Senhor e Salvador, a minha alma foi logo preparada para enfrentar lutas e dificuldades. Fui logo instruído pelo Espírito Santo que, pela frente poderia vir muitas provações. Não que eu necessariamente tivesse que ser um miserável sofredor, mas deveria estar preparado para passar qualquer adversidade por ocasião do bom combate da fé.

Aparentemente, Saulo tinha uma vida abundante e respeitada dentro da sociedade em que estava inserido. Tinha tudo o que queria, além de gozar de privilégios junto ao mais alto tribunal da sua época. Optar entre viver uma vida regalada ou padecer pregando o evangelho não é fácil. Um homem natural ou um crente ambicioso, com certeza escolheria a primeira.

O chamado de Saulo incluiu uma obrigação de levar o Evangelho diante dos gentios, dos reis e dos filhos de Israel, como também passar dores por amor ao Senhor Jesus. Ele foi advertido desde o princípio acerca do que lhe esperava. Jesus não engana ninguém. Os homens ”espertos”, quando mercantilizam as bênçãos de Deus, escondem essa possibilidade para melhor se saírem nas negociações com os incautos.

Amados, sofrer por amor ao Evangelho é um sinal de mais alto favor de Deus. Conta a história que, quando foram crucificar o apóstolo Pedro, ele disse que não era digno de morrer da mesma maneira que morreu nosso Senhor. Então, pediu para ser crucificado de cabeça para baixo. Glória a Deus! Para o verdadeiro cristão é honroso padecer por amor ao Senhor Jesus. Biblicamente, os frutos serão mais abundantes se o grão de trigo, ao cair na terra, morrer (Jo. 12: 24).

As muitas aflições de Paulo, nunca foram superiores às consolações de Deus para com ele. Na Segunda Carta Aos Coríntios, 1: 6, ele conforta os irmãos a esse respeito: ”se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, vossa consolação é, a qual se opera, suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos”. Para ser filho, herdeiro de Deus e co-herdeiro de Cristo, devemos estar prontos para padecermos com Ele, para que também com Ele sejamos glorificados (Rm 8:17,18)”. A fé nos revela que as aflições presentes não são para comparar com a Glória que em nós há de ser revelada.

Fazer discípulos inclui dizer-lhes que quem quer viver piamente em Jesus Cristo será perseguido (2 Tm 3:12). O apóstolo Paulo foi apedrejado e arrastado para fora da cidade de Listra após curar um coxo de nascença. No dia seguinte foi para Derbe com Barnabé onde ganharam muitas almas, discipulando-as em seguida. Dali voltaram para Listra, e Icônio, e Antioquia, confirmando o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus.

Nos dias de hoje é raro aceitar que o sofrimento faz parte da missão. Principalmente na igreja ocidental, nós, os cristãos, estamos acostumados com a tolerância religiosa que nos cerca. Não custa nada pregar, confessar e viver a fé cristã. No entanto devemos lembrar que muitos sofreram no passado para que o evangelho hoje ocupasse mais espaço na sociedade. O grande perigo está na acomodação que temos, pelo simples fato de sermos livres. René Padilha diz que: ”Cada vez que a igreja evita sofrimento, se coloca acima do seu Senhor. Perde sua essência e sua missão. É o sal que perde seu sabor”.

O apóstolo Pedro diz que participar das aflições de Cristo é motivo de alegria. Quando em nós repousa o Espírito da Glória de Deus somos vituperados, caluniados, ameaçados… Porém, acima de tudo, somos bem-aventurados (I Pedro 4: 14).

Fazer MISSÃO é sofrer perseguição dentro e fora. Que importa? Esse é o Caminho! Vamos lá! A Glória nos espera! Aleluia!

DEle, por Ele e para Ele,

Pastor Francisco Paixão Bezerra Cordeiro.

Mais quatro presidiários norte-americanos se formam em Teologia

julho 26, 2010 por Franksnei Rangel  
Categoria: Missões

Não existem prisões para aqueles que querem aprender mais a respeito da Palavra de Deus. Esta frase não ficou apenas no papel, ela foi aplicada na prisão Estadual San Quentin, No Estado americano da Califórnia. Mais de 30 detentos estudam através do programa de graduação em teologia, ministrado pelo Seminário Teológico Batista. Durante três anos, os fizeram o curso nas dependências da penitenciária. Eles recebem gratuitamente aulas de graduação ou do seminário durante a primavera e o outono. Eles aprendem desde a plantação de igrejas até o evangelismo para a formação do ministério.

Este mês, mais quatro alunos se formaram. Durante uma cerimônia, acompanhada por 150 presos, os detentos receberam diplomas do Seminário Teológico Batista Golden Gate.

“Alguns podem questionar o porquê de se aplicar esse programa na prisão, mas nossa missão é treinar líderes para expandir o Reino de Deus”, disse Jeff Iorg, presidente do seminário.

Na conclusão de seu discurso de formatura, Iorg disse que há alguns meses, foi convidado para ser palestrante em um curso. O tema era seu livro: Deus está me chamando?.

“Para minha surpresa, quando chegou a hora das perguntas, cada aluno puxou sua cópia do livro com post-it pendurado em várias páginas e começaram a fazer perguntas. Foi uma das experiências de ensino mais revigorante do meu ministério”.

Programa
O Seminário Golden Gate comemora este ano 30 anos do programa, que dispõe de 62 centros em todo os Estados Unidos. Ele é ministrado em 17 estados e em 11 línguas, mas San Quentin é o único local onde se ensina na prisão.

O programa prevê aulas em um nível pós-secundário para treinar líderes cristãos. Para aqueles que não possuem o ensino médio, diploma de faculdade, ou para aqueles que têm o Inglês como segunda língua. Essa é uma oportunidade para tornar-se preparado e treinado para ser eficaz no serviço cristão.

Donald Hart, seminarista de pós-graduação, lecionou em várias classes e ficou surpreso com a diferença de alguns homens.

“Mesmo sem conhecê-los profundamente, podia ver a transformação, ver o que Deus tinha feito em suas vidas. A obra de Deus não para na porta da prisão”, disse Hart.

Na prisão, todos os instrutores são voluntários porque não há orçamento.

“Todos os livros de capa dura teologia são adquiridos com recursos doados,” afirmou Don Beall, diretor do Nacional Seminário.

Fonte: CPADNews / BPNews/IPC

“Transform 2010″ Evangelizar 22 nações em apenas três semanas

julho 18, 2010 por Wesley Fernandes da Silva  
Categoria: Missões

Uma iniciativa missionária pretende atingir 22 nações com o Evangelho em três semanas. A “Transform 2010″ será lançada pela Operação de Mobilização (OM) na segunda, em Roma, Itália. Os participantes irão treinar durante uma semana na capital italiana, divididos em 40 equipes, e espalhar-se entre as nações do Mediterrâneo.

Entre os países que receberão o evangelho estão Marrocos e Argélia na África do Norte, França e Espanha na Europa, e Israel e da Síria no Oriente Médio. “É uma região incrivelmente carente e muito diversificada. Existem áreas que são maioria muçulmanos, católicos, ortodoxos ou judeus”, diz Richard OM.

As 40 equipes sairão de Roma com diversos tipos de abordagem, desde a música ao teatro, à marionetes. Algumas equipes vão sair para internet, parques, praias. Dependendo da equipe, eles vão passar uma, duas ou três semanas, no país que escolheram para ministrar.

Além de levar o Evangelho às nações, a OM espera que muitos dos jovens e adultos tenham suas vidas transformadas e se comprometam com Cristo. “Achamos que os jovens nestes países são muito abertos”, disse Sharp, um fato esperançoso para essas próximas semanas.

Seja qual for o método utilizado, não se esqueça de orar, por pelo menos, por um país ao longo “Transform 2010”, para que Deus use as equipes que estarão evangelizando nessas nações

Fonte: CPAD News / Gospel Prime

Campanha Portas Abertas: Colabore para a educação de cristãos no Islamistão

julho 16, 2010 por Wesley Fernandes da Silva  
Categoria: Missões

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Motoqueiros tatuados pregam o evangelho nos EUA

julho 13, 2010 por Franksnei Rangel  
Categoria: Missões

Motoqueiros tatuados que pregam o evangélho

Barbudos e tatuados, os Bikers for Christ desafiam estereótipos e preconceitos.

O pastor Fred Z, do Bikers for Christ, posa com sua motocicleta; grupo com 4.000 membros atua em 49 Estados dos EUA e 16 países ao redor do mundo.

O sol da Califórnia bate forte sobre as imensas planícies desérticas. O calor é intenso, mas o pastor Fred Z não se importa. Vestindo seu traje habitual – calça jeans, camiseta escura e jaqueta de couro preto -, ele monta em sua moto Harley Davidson, dá a partida no barulhento motor de dois cilindros em V e parte para sua missão: “levar o evangelho para os renegados desse mundo”.

Fred Zariczny, de 56 anos, é o líder e fundador da Bikers for Christ (BFC, “motociclistas por Cristo”), grupo com cerca de 4.000 membros que há 20 anos percorre 49 Estados americanos e 16 países no mundo promovendo cultos e eventos de caridade. Fundado em 1990, na Califórnia, o BFC agrega pessoas de diversas igrejas, por isso é chamado de “ministério multidenominacional” por seus membros.

Pouca coisa no BFC lembra uma igreja tradicional. Barbudos, tatuados e com cara de malvados, os pastores e membros do grupo chamam muita atenção por onde passam, tanto pelo visual quanto pelo barulho que suas motocicletas fazem. Fred Z conta que, nos primeiros anos de ministério, isso chegou a ser um obstáculo.

- As pessoas trancavam as crianças em casa, com medo de que fôssemos estuprar e matar todo mundo. Hoje, isso mudou, e a receptividade melhorou bastante.

Mesmo ganhando a simpatia dos mais ‘caretas’, o foco dos motociclistas não é exatamente o público que já frequenta igrejas. O site do grupo deixa a missão bem clara: “Alguns querem viver entre os sinos das igrejas, nós queremos conduzir uma missão de resgate a um metro do inferno”.

Prisioneiros, renegados e foras-da-lei
Fred Z explica que, para os membros do BFC, a missão de levar a palavra de Deus é especialmente importante quando o alvo são os “renegados pela sociedade”.- Trabalhamos com prisioneiros, pessoas que têm problemas com drogas, gente que a sociedade exclui de uma maneira geral.

O pastor usa a própria história para ilustrar o que chama de sua “missão”.
- Antes de me tornar cristão, eu tive muitos problemas com drogas. Depois que me converti, disseram que eu teria que parar de andar de motocicleta e de ouvir rock n´ roll, mas fui ler a Bíblia e não vi nada disso. Por isso decidi que minha missão seria levar o evangelho a pessoas como eu.

Mike Cash, de 61 anos, conhecido como Papa Mike, é o representante do BFC na região de Indian Wells, também na Califórnia. Ele explica que, além de espalhar a palavra de Deus aos renegados pela sociedade, o grupo promove eventos para arrecadar fundos para instituições de caridade.

- O trabalho é feito em reuniões mensais, arrecadamos dinheiro para diversas instituições de caridade e ajudamos muita gente.
Cash afirma que o grupo cresce à medida que agrega não só os renegados, mas também pessoas que se identificam com a causa.

- Se o sujeito é cristão e anda de motocicleta, ele acaba se juntando a nós.
O pastor Fred Z diz que, mais do que uma missão, o BFC foi a maneira que ele encontrou de salvar a própria vida.

- Aos 14 anos, eu era formado em drogas, sexo e depressão. Depois de ser preso, quase morrer em um acidente e de ter que aprender a andar novamente, vi que era o momento de mudar.

R7/Notícias Cristãs

Líder muçulmano se converte e muitos seguem seu exemplo

julho 12, 2010 por Wesley Fernandes da Silva  
Categoria: Missões

Fay cresceu como um muçulmano devotado, na cidade de Rafal, fronteira com o Sudão. Ele não era apenas um seguidor do islamismo, mas também um chefe muçulmano respeitado.

A constituição da República Central Africana (CAR) permite a escolha de religião. No entanto, devido à sua localização, o país está exposto à opressão islâmica da fronteira com Chade no norte, até a com o Sudão, no leste. A pobreza no país também provocou um crescimento para o islamismo, pois muitas ONGs e escolas divulgam o islamismo entre os mais pobres, através da ajuda e educação.

A Assembleia Nacional é formada 50% por representantes muçulmanos, o que fortalece o islamismo. Além disso, muitos muçulmanos tomaram, à força, terras de cristãos, e o governo ignorou o fato.

Para Fay, a vida em Rafal era pacífica. Valorizado entre os muçulmanos por ser líder, ele vivia uma vida tranquila. Mas o Senhor tinha planos melhores para ele, que foram apresentados em forma de aparente dificuldade. Fay ficou doente.

Após muito tempo de cama, e sem encontrar uma cura para a doença, Fay , desesperado, ligou para o pastor local. Com cuidado, o pastor foi até a casa dele para orar. Confiando em Deus para operar um milagre, o pastor Ibrahim intercedeu pela recuperação completa de Fay.

Deus curou Fay. Essa experiência foi transformadora para o líder muçulmano. A compaixão incondicional demonstrada pelo pastor mudou Fay e toda a sua família, que testemunhou o milagre. Fay recebeu o Senhor como seu Salvador pessoal. Toda a sua família o seguiu.

O acontecimento teve um impacto significativo em toda a comunidade. Ao ver o testemunho de Fay e os frutos produzidos pelo homem liberto, muitos muçulmanos abandonaram o islamismo para aceitar a Jesus Cristo. A comunidade, antes enfurecida a agressiva, estava sendo transformada.

Isso abriu uma porta para que começasse a existir perseguição em Rafal. Agora, como acontece com muitos cristãos, foram negados seus direitos básicos. Eles não podiam negociar com os outros moradores, e isso fazia com que eles passassem fome. Todos os dias, Fay e sua família são confrontados por ameaças e intimidações. A comunidade muçulmana parece desprezar a presença de cristãos.

No entanto, esses cristãos continuam a demonstrar fé em Cristo e estão determinados a ser testemunhas fieis do evangelho. É o desejo do coração deles exercer uma influência em sua comunidade, para que o pequeno número de cristãos em Rafal se torne uma multidão.

Os cristãos de Rafal pedem que seus irmãos em todo o mundo se unam a eles em oração e fé. Ore para que eles tenham perseverança em meio à perseguição, e principalmente para a salvação dos que estão perdidos.

Fonte: Missão Portas Abertas /  FolhaGospel.com

Copa do Mundo 2014: oportunidade de evangelismo

julho 12, 2010 por Wesley Fernandes da Silva  
Categoria: Missões

País-sede do próximo Campeonato Mundial de Futebol, Brasil poderá ser um campo aberto ao evangelismo em 2014. A proximidade entre a fé evangélica e o futebol, aliás, também tem crescido por aqui. Desde a final da Copa de 1994, realizada nos Estados Unidos, o assunto chama a atenção.

Não deu para a seleção brasileira levantar o título da Copa do Mundo da Fifa, mas o time de Cristo escalado no país do futebol bateu um bolão na África do Sul. Ao todo, foram mais de 250 missionários brasileiros anunciando o Evangelho de Jesus na África do Sul, onde neste domingo se encerra a maior competição do futebol mundial com a partida entre Espanha e Holanda. Apesar de certo desconsolo pela perda do sonhado hexacampeonato – afinal, eles são cidadãos do Reino de Deus, mas também do país do futebol –, os obreiros voltam para casa felizes da vida. “Eu nunca mais serei o mesmo”, diz João Batista, um dos voluntários que aproveitaram o Mundial para ganhar almas para Cristo. Usando a linguagem internacionalmente aceita do futebol, eles participaram de cultos ao ar livre, impactos evangelísticos, visitações a escolas e hospitais e atividades artísticas, educativas e esportivas com temática cristã – inclusive escolinhas de futebol para crianças carentes nos arredores das principais cidades sul-africanas.

“Esse tipo de evangelismo durante eventos como a Copa do Mundo ou os Jogos Olímpicos não focam apenas os turistas, mas também a população local”, destaca Marcos Grava, coordenador de Esportes e Evangelismo da Missão Batista Internacional, uma das entidades que participam da Conexão África, promovida pela Coalizão Brasileira de Ministérios Esportivos. Segundo ele, os evangélicos devem aproveitar as imensas oportunidades abertas para a pregação da fé nessas ocasiões, inclusive para alcançar pessoas oriundas de países fechados ao Evangelho, que de outra forma jamais ouviriam a Palavra de Deus. Nesta Copa, por exemplo, nações de regimes fechados para a fé cristã, como a comunista Coreia do Norte e a muçulmana Argélia, estiveram representadas na África do Sul.

“A maioria das pessoas aqui estão concentradas nos jogos, mas nós, como povo de Deus, usamos diversas estratégias para anunciar as Boas Novas”, concorda a missionária brasileira Vanessa Faustini, da Igreja Batista de Curitiba. Ela chegou à África do Sul em março e fica pelo menos até agosto, a serviço de Jovens com Uma Missão (Jocum). “Como a organização mobiliza equipes do mundo inteiro nesses eventos, a Igreja local também é beneficiada e encorajada”. Vanessa diz que a ênfase é sempre de trabalhar com as igrejas do país que sedia a competição – afinal, é ali que os novos convertidos irão congregar. Além disso, diz ela, os evangelistas brasileiros têm uma vantagem a mais: a grande popularidade mundial do futebol verde-e-amarelo, “Consegui me aproximar mais facilmente de muitos africanos por ser do Brasil”, conta. Para iniciar a conversa, nada melhor do que falar o nome de craques famosos, como Kaká, Robinho ou Ronaldinho, que mesmo não tendo ido à Copa é muito popular, sobretudo entre as crianças.

Fé e polêmica

As palavras da jovem missionária brasileira ganham relevância quando se sabe que o país sediará a próxima Copa do Mundo Fifa, em 2014. Nesta semana, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, esteve em Johanesburg para o lançamento oficial da competição. Ainda faltam quatro anos, tempo suficiente para a Igreja Evangélica brasileira, que tem crescido exponencialmente nos últimos anos, preparar-se para entrar em campo com a bola no pé e a Bíblia na mão.

A proximidade entre a fé evangélica e o futebol no Brasil, aliás, também tem crescido. Desde a final da Copa de 1994, realizada nos Estados Unidos, o assunto chama a atenção. Ali, durante a decisão do título entre as seleções de Brasil e Itália, aconteceu aquele que foi considerado o duelo entre Jesus e Buda. A última cobrança de tiro livre direto foi confiada ao italiano Roberto Baggio que professa o budismo. No gol, o brasileiro Taffarel, crente em Jesus. O italiano chutou para fora, deu o título ao Brasil e os crentes deram glórias a Deus.

De lá para a cá, a quantidade de craques que professam o Evangelho só fez crescer. O mais conhecido deles é o meia Kaká, considerado pela Fifa o melhor jogador do mundo em 2007. Ligado a uma igreja neopentecostal de São Paulo, o atleta é um evangélico convicto, que garante ter chegado virgem ao casamento e contribuir fielmente para sua igreja com os salários milionários que recebe do Clube Real Madrid, da Espanha, onde joga. Além disso, é comissário voluntário da ONU para a infância e faz questão de usar adereços com motivos evangélicos, como uma camiseta com a legenda “I belong to Jesus”.

Ele e outros jogadores brasileiros de ponta, como o zagueiro Lúcio, o meia Kléberson e o atacante Luís Fabiano, que estiveram em África do Sul-2010, já até despertaram polêmicas por seu engajamento religioso. Na última edição da Copa das Confederações, competição vencida pela seleção brasileira em 2009, eles foram alvo de protestos de outras federações e até da Fifa por conta do que seria um exagero na divulgação da mensagem religiosa nos estádios. Antes desta Copa do Mundo, a Fifa até enviou representantes à delegação brasileira para recomendar moderação nas expressões de fé. Ficou decidido que as camisetas com mensagens cristãs não poderiam ser usadas, mas Kaká não se fez de rogado: pediu ao seu patrocinador que a palavra “Jesus” fosse impressa em sua chuteira. Sem muito resultado – jogando um futebol apático, como todo o time brasileiro, Kaká pouco foi notado em campo neste Mundial.

Ainda não dá para saber se o meia, de 28 anos, estará em campo em Brasil-2014. Contudo, com o expressivo crescimento da Igreja brasileira, que já tem cerca de 35 milhões de fiéis, e a habilidade nacional coma bola, é certo que o país terá muitos crentes em ação na próxima Copa do Mundo – não apenas dentro, mas principalmente, fora das quatro linhas, proclamando o nome de Jesus no país do futebol. E, melhor ainda, se puder também comemorar o hexa…

Fonte: FolhaGospel.com

A turma do Smilinguido concorre a prêmio nacional

julho 9, 2010 por Wesley Fernandes da Silva  
Categoria: Missões

Os blogs das turminhas dos personagens infantis Smilingüido, Faniquita, Turminha Querubim e Primeiros Passos, voltado especificamente para as mamães, todos da Editora Luz e Vida, estão concorrendo ao Prêmio Top Blog na categoria”variedades”

A turma do  Smilinguido concorre a prêmio nacional Com a vitória de algum dos blogs, a Editora fará uma comemoração especial. Para o blog do Smilingüido serão sorteadas dez canecas exclusivas dos 30 anos do Smilingüido, completados nesse ano, um DVD “História de Formiga” e um “História de Formiga 2″. Se o blog da Faniquita vencer serão sorteados três quebra-cabeças e duas necessaires. Caso o blog Primeiros Passos seja o campeão serão sorteados dois livros do Bebê e se o blog da Turminha Querubim obtiver mais votos serão sorteados três musicais”A arca sonora de Noé”. Os blogs da Editora Luz e Vida têm um histórico de vitória. Na última edição,de 2009, o blog do Smilingüido ganhou o primeiro lugar como o mais popular do Brasil e o da Faniquita foi escolhido na primeira fase como um dos 100 mais populares do país.

Sobre o prêmio

A votação do primeiro turno do Top Blog 2010 vai até o dia 6 de outubro de 2010. O prêmio surgiu como incentivo cultural para reconhecer os blogsbrasileiros mais populares. Os vencedores são eleitos por meio de votação popular e acadêmica. Os blogs participantes precisam se encaixar em uma das 12 categorias: celebridades, cultura, comunicação, esportes, games, humor, música,política, saúde, sustentabilidade, tecnologia e variedades.

Para participar acesse: luzevida.com.br

Com informações da Luz e Vida / Expressa

Fonte: Ogalileo

Na Somália: Jovem é maltratada pelos próprios pais por se tornar cristã

junho 21, 2010 por Patrick Cecílio  
Categoria: Missões

Nurta Mohamed Farah de Bardher, na região de Gedo, Somália, estava confinada em sua casa desde o dia 10 de maio, quando a família descobriu que ela havia se tornado cristã. “Quando a família da jovem soube que ela havia se tornado cristã, eles a agrediram muito, mas ela permaneceu firme em sua decisão”. Os pais a levaram para um médico, que receitou uma medicação para “doença mental”. Espantado pela determinação de sua filha em permanecer firme em sua nova fé, seu pai, Hassan Kafi Ilmi, e sua mãe, Hawo Godane Haf, decidiram que a jovem estava louca, e a forçaram a tomar o remédio, que não causou efeito nenhum a respeito de sua mudança de fé. Tradicionalmente, muitos somalis acreditam que o Alcorão cura os doentes, especialmente os com deficiência mental; por isso, a escritura muçulmana é recitada duas vezes por semana para a jovem. “Essa menina está muito doente e tem sido submetida a um sofrimento intenso”. O sofrimento começou quando ela recusou a oferta de sua família de perdoá-la se ela renunciasse o cristianismo. O confinamento teve início depois que a medicação e as punições falharam. A pequena comunidade cristã na região de Gedo relata que a menina ficava algemada em uma árvore durante o dia, e era colocada em um pequeno quarto escuro durante a noite. “A comunidade pode fazer muito pouco a respeito das condições da jovem, que está muito ruim, mas já aconselhamos o líder de nossa comunidade a acompanhá-la, mas sem se envolver, para a segurança da jovem. Precisamos de oração e ajuda humanitária, pela liberdade de religião do povo somali.” Somália A Somália é o país mais oriental da África, e ocupa uma área de 637.657 km² (aproximadamente igual à soma da área dos estados brasileiros de Minas Gerais e Espírito Santo). A região ocupada pelo país é comumente chamada Chifre da África – pela semelhança entre o desenho de seu mapa com o chifre de um rinoceronte. A região do Chifre da África (ou Corno de África, como é conhecida em Portugal) também inclui os vizinhos Etiópia e Djibuti. Atualmente, cerca de 60% da população somali é de nômades ou seminômades criadores gado, camelos e cabras. Cerca de 25% da população são agricultores, fixados nos vales férteis dos rios Juba e Shebelle, no sul do país. O restante da população vive nas cidades. habitantes em milhares. População total: 7.253.137 Nota: Esta estimativa deriva de um censo oficial feito em 1975 pelo governo somali. A contagem de população no país é complicada devido ao grande número de nômades e de refugiados de guerra (estimativa de julho de 2000) Grupos étnicos: Somalis 85%, Bantus 14%, outros 1% (incluindo 30.000 árabes). A maioria da população branca descendente de italianos emigrou após a independência em 1960 e, mais acentuadamente, após o início da guerra civil. Religião: Islamismo sunita 98%, outras religiões 2% Línguas: Somali (oficial), Árabe, Italiano, Inglês.

Com informações da Missão Portas Abertas / Wikipédia

Pastor é agredido e arrastado em vilarejo

junho 20, 2010 por Franksnei Rangel  
Categoria: Missões

Um pastor foi arrastado e agredido pelas ruas do distrito de Karnataka, por causa de suas atividades cristãs realizadas na região. Esse incidente desumano aconteceu há alguns dias, no vilarejo Hukkeri, em Belgaum.

O pastor Vasant, que trabalha na área há muitos anos, foi cercado por um grupo de integrantes do Rama Sena (grupo radical hindutva), e agredido à vista de todos os moradores. Sua roupas foram retiradas e rasgadas; os homens o atacaram sem misericórdia. Então, ele foi levado para a delegacia, onde ficou detido por muitas horas. Mais tarde, outros pastores da área pagaram a fiança para o pastor Vasant.

Sabe-se que o Rama Sena tem planos de atacar outras igrejas no distrito de Belgaum. Vamos orar por proteção e segurança para os cristãos desse local.

Fonte: Missão Portas Abertas

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