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Crianças cristãs usadas em anúncio ateu

novembro 25, 2009 by admin  
Filed under Noticias

A mais recente campanha contra a religião levada a cabo por Richard Dawkins recorre à imagem de duas crianças que são filhas de um dos mais conhecidos músicos cristãos do país (Inglaterra).

“Não me rotule por favor – Deixe-me crescer e escolher por mim.” É este o lema que aparece entre as fotografias de duas crianças aos saltos, com um grande sorriso na cara, numa imagem que pretende revelar liberdade e felicidade.

A campanha está a ser levada a cabo pela British Humanist Association e o biólogo e militante ateu Richard Dawkins, com o objectivo de criticar a educação religiosa das crianças. Segundo um dos dirigentes da BHA, Andrew Copson, “rotular as crianças segundo a religião dos seus pais atenta contra os seus direitos e a sua autonomia”.

Contudo, uma vez que as imagens foram adquiridas de uma base de dados on-line, os promotores da campanha não tinham forma de saber que as duas crianças são filhas de Brad Mason, um cristão pentecostal, baterista da banda de um conhecido cantor cristão chamado Noel Richards.

“Tem piada”, explicou o pai e fotógrafo Brad Mason, “porque obviamente estavam à procura de imagens de crianças que parecessem felizes e livres. Aconteceu escolherem estas crianças cristãs. É irónico. No fundo é um elogio, demonstra que as educámos bem os nossos filhos, e que são felizes” disse.

 

 
Fonte: Rádio Renascença /BibliaWorldNet

Crianças cristãs usadas em anúncio ateu

novembro 25, 2009 by admin  
Filed under Noticias

A mais recente campanha contra a religião levada a cabo por Richard Dawkins recorre à imagem de duas crianças que são filhas de um dos mais conhecidos músicos cristãos do país (Inglaterra).

“Não me rotule por favor – Deixe-me crescer e escolher por mim.” É este o lema que aparece entre as fotografias de duas crianças aos saltos, com um grande sorriso na cara, numa imagem que pretende revelar liberdade e felicidade.

A campanha está a ser levada a cabo pela British Humanist Association e o biólogo e militante ateu Richard Dawkins, com o objectivo de criticar a educação religiosa das crianças. Segundo um dos dirigentes da BHA, Andrew Copson, “rotular as crianças segundo a religião dos seus pais atenta contra os seus direitos e a sua autonomia”.

Contudo, uma vez que as imagens foram adquiridas de uma base de dados on-line, os promotores da campanha não tinham forma de saber que as duas crianças são filhas de Brad Mason, um cristão pentecostal, baterista da banda de um conhecido cantor cristão chamado Noel Richards.

“Tem piada”, explicou o pai e fotógrafo Brad Mason, “porque obviamente estavam à procura de imagens de crianças que parecessem felizes e livres. Aconteceu escolherem estas crianças cristãs. É irónico. No fundo é um elogio, demonstra que as educámos bem os nossos filhos, e que são felizes” disse.

 

 
Fonte: Rádio Renascença /BibliaWorldNet

Ateus divulgam Carta Aberta ao presidente Lula

setembro 10, 2009 by admin  
Filed under Noticias

A ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) divulgou a partir de seu site na internet uma Carta Aberta ao presidente Lula criticando recentes declarações dele sobre a questão religiosa.

Na carta, os ateus defendem que “somente um estado verdadeiramente laico pode trazer liberdade religiosa verdadeira, através da igualdade plena entre religiosos de todos os matizes, assim como entre religiosos e não-religiosos de todos os tipos, incluindo ateus e agnósticos”.

Veja abaixo a íntegra do documento:

Carta aberta dos ateus ao presidente Lula

Caro presidente

o senhor chegou ao poder carregado pela bandeira de uma sociedade mais justa e mais inclusiva. O uso da palavra “excluídos” no vocabulário das políticas públicas tem o mérito de nos lembrar que as conquistas de nossa sociedade devem ser estendidas a todos, sem exceção. Sim, devemos incluir os negros, incluir as mulheres, incluir os miseráveis, incluir os homossexuais. Mas, presidente, também é preciso incluir ateus e agnósticos, e todos os demais indivíduos que não têm religião.

Infelizmente, diversas declarações pessoais suas, assim como políticas do seu governo, têm deposto em contrário. Ontem mesmo o senhor afirmou que há “muitos” ateus que falam sobre a divindade da mitologia cristã quando estão em perigo. Ora, quando alguém diz “viche”, é difícil imaginar que esteja pensando em uma mulher palestina que se alega ter concebido há mais de dois mil anos sem pai biológico. Com o tempo, algumas expressões se cristalizam na língua e perdem toda a referência ao seu significado estrito. Esse é o caso das interjeições que são religiosas em sua raiz, mas há muito estão secularizadas. Se valesse apenas a etimologia, não poderíamos nem falar “caramba” sem tirar as crianças da sala.

Sua afirmação é a de quem vê “muitos” ateus como hipócritas ou autocontraditórios, pessoas sem força de convicção que no íntimo não são descrentes. Nós, membros da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, não temos conhecimento desses ateus, e consideramos que essa referência a tantos de nós é ofensiva e preconceituosa. Todos os credos e convicções têm sua generosa parcela de canalhas e incoerentes; utilizar os ateus como exemplo particular dessas características negativas, como se fôssemos mais canalhas e mais incoerentes, é uma acusação grave que afronta a nossa dignidade. E os ateus, presidente, também têm dignidade.

Duas semanas atrás, o senhor afirmou que a religião pode manter os jovens longe da violência e delinqüência e que “com mais religião, o mundo seria menos violento e com muito mais paz”. Mas dizer que as pessoas religiosas são menos violentas e conduzem mais à paz é exatamente o mesmo que dizer que as pessoas menos religiosas são mais violentas e conduzem mais à guerra. Então, presidente, segundo o senhor, além de incoerentes e hipócritas, os ateus são criminosos e violentos? Não lhe parece estranho que tantos países tão violentos estejam tão cheios de religião, e tantos países com frações tão altas de ateus tenham baixíssimos índices de criminalidade? Não é curioso que as cadeias brasileiras estejam repletas de cristãos, assim como as páginas dos escândalos políticos? Algumas das pessoas com convicções religiosas mais fortes de que se tem notícia morreram ao lançar aviões contra arranha-céus e se comprazeram ao negar o direito mais básico do divórcio a centenas de milhões de pessoas. Durante séculos.

O mundo realmente tinha mais paz e menos violência quando havia mais religião? O despotismo dos soberanos católicos na Europa medieval e a crueldade dos feitores e senhores de escravos no Brasil-colônia vieram de pessoas religiosas em um mundo amplamente religioso que violentava povos e mentes em nome da religião. O mundo não tinha mais paz nem menos violência naquela época, como o sabem muito bem os negros e índios.

Não eram católicos os generais da ditadura contra a qual o senhor lutou, e o seu exército de torturadores? Não haveria um crucifixo nas paredes do DOPS onde o senhor foi preso? A base dos direitos individuais invioláveis pela qual o senhor tanto lutou são as democracias modernas, seculares e laicas, e não os regimes religiosos. Tanto a geografia como a história dão exemplos claros de que mais religião não traz mais paz nem menos violência.

A prática de diminuir, ofender, desumanizar, descaracterizar e humilhar grupos sociais é antiga e foi utilizada desde sempre para justificar guerras, perseguição e, em uma palavra, exclusão. Presidente, por que é que o senhor exclui a nós, ateus, do rol de indivíduos com moralidade, integridade e valores democráticos?

No Brasil, os ateus não têm sequer o direito de saberem quantos são. O Estado do qual eles são cidadãos plenos designa recenseadores para ir até suas casas e lhes perguntar qual é sua religião. Mas se dizem que são ateus ou agnósticos, seus números específicos lhes são negados. Presidente, através de pesquisas particulares sabemos que há milhões de ateus no país, mas o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que publica os números de grupos religiosos que têm apenas algumas dezenas de membros, não nos concede essa mesma deferência. Onde está a inclusão se nos é negado até o direito de auto-conhecimento? Esse profundo desrespeito é um fruto evidente da noção, que o senhor vem pormenorizando com todas as letras, de que os ateus não merecem ser cidadãos plenos.

Presidente, queremos aqui dizer para todos: somos cidadãos, e temos direitos. Incluindo o de não sermos vilipendiados em praça pública pelo chefe do nosso Estado, eleito com o voto, também, de muitos ateus, que agora se sentem traídos.

Presidente, não podemos deixar de apontar que somente um estado verdadeiramente laico pode trazer liberdade religiosa verdadeira, através da igualdade plena entre religiosos de todos os matizes, assim como entre religiosos e não-religiosos de todos os tipos, incluindo ateus e agnósticos. Infelizmente, seu governo não apenas tem sido leniente com violações históricas da laicidade do Estado brasileiro, como agora espontaneamente introduziu o maior retrocesso imaginável nessa área que foi a assinatura do acordo com a Sé de Roma, escorado na chamada lei geral das religiões.

Ambos os documentos constituem atentado flagrante ao art. 19 da Constituição Federal, que veda “relações de dependência ou aliança com cultos religiosos ou igrejas”. E acordos, tanto na linguagem comum como no jargão jurídico, são precisamente isso: relações de aliança. Laicidade, senhor presidente, não é ecumenismo. O acordo com Roma já era grave; estender suas benesses indevidas a outros grupos não diminui a desigualdade, apenas a aumenta. Nós não queremos privilégios: queremos igualdade e o cumprimento estrito da lei, e muitos setores da sociedade, religiosos e laicos, têm exatamente esse mesmo entendimento.

Além de violar nossa lei maior, a própria idéia da lei geral das religiões reforça a política estatal de preterir os ateus sempre e em tudo que lhes diz respeito como ateus. Com que direito o Estado que também é nosso pode ser seqüestrado para promover qualquer religião em particular, ou mesmo as religiões em geral? Com que direito os religiosos se apossam do dinheiro dos nossos impostos e do Estado que também é nosso para promover suas crenças particulares? Religião não é, e não pode jamais ser política pública: é opção privada.

O Estado pertence a todos os cidadãos, sem distinção de raça, cor, idade, sexo, ideologia ou credo. Nenhum grupo social pode ser discriminado ou privilegiado. Esse é um princípio fundamental da democracia. Isso é um reflexo das leis mais elementares de administração pública, como o princípio da impessoalidade. Caso aquelas leis venham de fato integrar-se ao nosso ordenamento jurídico, os ateus se juntarão a tantos outros grupos que irão ao judiciário para que nossa realidade não volte ao que era antes do século retrasado.

Presidente, por tudo isso será que os ateus não merecem inclusão sequer em um pedido de desculpas?

Fonte: Jornal A Hora/FolhaGospel

 

Grã-Bretanha tem primeira colônia de férias para ateus

julho 29, 2009 by admin  
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Uma colônia de férias de verão britânica está oferecendo uma experiência pouco comum para jovens de sete a 17 anos. A iniciativa promove uma “alternativa sem Deus”, em oposição a acampamentos de verão mais tradicionais administrados por grupos religiosos.

Algumas das 24 crianças que chegaram ao acampamento Camp Quest, na cidade de Bruton, sudoeste da Inglaterra, pareciam jovens demais para lidar com conceitos tão amplos e complexos como religião e Deus.

A colônia de férias tem uma missão ambiciosa. Ela é “dedicada a melhorar a condição humana através de questionamento racional, pensamentos críticos e criativos, e método científico [...] e pela separação entre religião e governo”.

O objetivo mais imediato, segundo os diretores, é ensinar cooperação, tolerância e empatia, através de atividades esportivas e brincadeiras. Mas são as visões sobre algumas questões mais complexas da vida que a distingue das demais, sobretudo o tratamento da religião.

“Os participantes aprendem que o comportamento ético não depende de crença religiosa e doutrinas, que essas são às vezes um obstáculo para o comportamento moral e ético, que pessoas sem religião também são boas e totalmente capazes de viver uma vida feliz e cheia de significado”, afirma o site do acampamento na internet.

A diretora da colônia de férias, Samantha Stein, afirma que as crianças são estimuladas a pensarem de forma independente.

“Se as crianças se depararem com uma questão como criacionismo, por exemplo, nós discutiríamos as evidências. Nós não diríamos ‘Criacionismo é bobagem’, diz a diretora.

O pai de uma das participantes do acampamento ateu disse que já levou sua filha a outros acampamentos cristãos e que estava em busca de uma experiência mais ampla para a criança.

Leeroy Murray, pai de três meninos em Camp Quest, disse que não descartaria mandá-los a um acampamento religioso.

“A coisa mais importante para mim aqui é dar para eles uma variedade de experiências e estimular que eles entendam o máximo possível de religiões e de ciências, e dar a eles as ferramentas para que decidam por conta própria o rumo que querem seguir”, disse Murray.

Os filhos de Leeroy parecem mais preocupados com os aspectos menos filosóficos do acampamento.

“Eu quero fazer novos amigos, encontrar novas pessoas e fazer todas as atividades preparadas para nós”, disse um dos filhos, de 9 anos.

“Eu gosto das atividades porque elas melhoram a sua saúde e fazem com que você esteja em forma”, disse outro filho, de 8 anos.

‘Unicórnio invisível’

Além das atividades esportivas, algumas brincadeiras procuram tratar de questões mais profundas.

A principal atividade “científica” do acampamento consiste em uma busca a dois unicórnios invisíveis.

Os instrutores dizem aos jovens que os unicórnios não podem ser vistos, provados, cheirados ou tocados. Eles também não conseguem fugir do acampamento e não se alimentam de nada.

A única prova da sua existência, segundo os instrutores, está contida em um livro muito antigo repassado por “inúmeras gerações”.

Um prêmio de 10 libras (cerca de R$ 30) é oferecido a qualquer criança que conseguir provar que os unicórnios não existem.

Fora do acampamento, no portão de entrada, um solitário manifestante protesta contra o acampamento. Paul Arblaster, membro de uma igreja local, segura cartazes com mensagens críticas ao Camp Quest. Ele protesta também contra o exercício dos unicórnios.

“É claro que eu acho que existe uma pegadinha aí. Eles podem dizer que o exercício dos unicórnios não tem nada a ver com Deus. Mas eu acho que é uma representação razoavelmente velada deste tipo de doutrina”, disse o manifestante.

A diretora do acampamento rebate o argumento.

“O objetivo é fazer com que as crianças pensem sobre coisas como ônus da prova”, diz Samantha Stein.

“Quem precisa provar que os unicórnios estão lá… é a pessoa que diz que eles estão ou é a pessoa que diz ‘Não, eu acho que você não está certo’.”

O Camp Quest surgiu há 13 anos nos Estados Unidos, onde escoteiros e grupos religiosos são a maioria no mercado de acampamentos de verão, muito populares entre famílias americanas nas férias escolares. A versão britânica dura cinco dias e custa 275 libras (cerca de R$ 900).

Fonte: G1

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