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Enfermeiros de Vitória e de Vila Velha poderão solicitar exames e prescrever medicamentos

julho 14, 2010 por Franksnei Rangel  
Categoria: Saúde

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª região decidiu, por unanimidade, conceder aos enfermeiros de Vitória e de Vila Velha o direito de solicitar exames e prescrever medicamentos a pacientes, o que, até então, só era permitido aos médicos. A decisão, passível de recurso, valida as portarias das Secretarias de Saúde dos dois municípios, responsável por normatizar as competências técnicas e legais desses profissionais. A decisão derrubou a ação civil pública aberta pelo Ministério Público Federal em abril de 2008 impondo restrições à atividade desses profissionais. Agora, com a decisão do TRF, os enfermeiros voltam a atuar de acordo com suas prerrogativas legais previstas em lei federal de 1986 que permite que eles desempenhem essas atividades.

O órgão entendeu como improcedentes as alegações apresentadas pelo Ministério Público Federal (MPF), que argumentava que a legislação responsável pela regulamentação do exercício de enfermagem não previa que esses trabalhadores pudessem solicitar exames de rotina e complementares ou prescrever medicamentos. Para impedir os enfermeiros de exercerem tais funções, o MPF ajuizou ação civil pública.

O presidente do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-ES), Wilton José Patrício, comemorou a decisão da Justiça. “O enfermeiro tem papel importante nos programas de prevenção e promoção da saúde, que é justamente o modelo que desejamos ver em pleno funcionamento no país. Para isso é fundamental o trabalho das equipes profissionais, respeitadas suas competências técnicas e legais”, enfatizou.

Indenização

No início do ano, a Justiça Federal condenou o Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo (CRM-ES) a indenizar, por danos morais, uma enfermeira do Programa de Saúde da Família (PSF) de Vitória. Durante visita domiciliar, ela havia solicitado exames preventivos e prescrevido um medicamento a uma moradora do município assistida pelo programa. Ao saber do caso, o CRM abriu processo contra a profissional, alegando exercício ilegal da medicina. No entanto, a enfermeira foi inocentada pelo próprio TRF e moveu a ação contra o conselho por se sentir lesada.

As informações são da Assessoria de Imprensa do Coren-ES

Fonte: GazetaOnline

Soneca à tarde melhora habilidades mentais, mostra pesquisa

fevereiro 22, 2010 por Franksnei Rangel  
Categoria: Saúde

Dormir uma sesta (a soneca do início da tarde) não apenas renova o cérebro como também melhora as habilidades mentais, afirma um estudo divulgado na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), ocorrida no fim de semana em San Diego, Califórnia (EUA).

“O sono tem efeitos reparadores após um prolongado período de vigília, mas também aumenta as capacidades neurocognitivas em comparação com as que existiam antes de dormir”, disse Matthew Walker, professor de psicologia da Universidade de Berkeley e coordenador do estudo.

A pesquisa examinou 39 adultos jovens divididos em dois grupos: um deles dormiu a sesta e outro não.

Ao meio-dia, todos os participantes foram submetidos a exercícios mentais destinados principalmente a ativar o hipocampo, uma região do cérebro que ajuda a armazenar informações. Os dois grupos tiveram rendimento similar.

Às 14h, o grupo selecionado para a sesta dormiu por 90 minutos, enquanto os outros permaneceram acordados.

Mais tarde, às 18h, todos os participantes do estudo foram submetidos novamente a uma série de exercícios mentais, nos quais deveriam memorizar informações.

Os que ficaram acordados o dia todo tiveram queda de rendimento na comparação com os exercícios anteriores. Já os participantes que tiraram um cochilo registraram um rendimento consideravelmente melhor e também melhoraram as habilidades.

Os resultados apoiam a hipótese de que o sono é necessário para apagar a memória a curto prazo no cérebro e abrir espaço para novas informações, segundo Walker.

Fonte: Folhaonline

SAÚDE: COMO FUNCIONAM OS ANTICONCEPCIONAIS?

outubro 20, 2009 por Wesley Fernandes da Silva  
Categoria: Saúde


A pílula anticoncepcional é um dos melhores métodos para se evitar uma gravidez indesejada, sendo sua margem de segurança de 99%. Existem alguns mitos que circundam o uso dos anticoncepcionais: o anticoncepcional engorda? Quem usa anticoncepcional pode engravidar? Existe diferença entre as pílulas e os medicamentos injetáveis? Esclareça suas dúvidas no canal Tommasi Saúde.

Primeiramente, é importante esclarecer como funcionam os anticoncepcionais. Segundo o ginecologista Aloysio Abdo Campos, existem quatro hormônios que agem conjuntamente na ovulação da mulher, o estrogênio, a progesterona, o LH e o FSH. “Esses hormônios vão variar de acordo com a data do ciclo, estimulando o ovário a liberar o óvulo”, fala o ginecologista. “O anticoncepcional age mantendo uma taxa estável desses hormônios durante todo o ciclo, não havendo, portanto, ovulação”, completa Dr. Aloysio.
O anticoncepcional não possui nenhum princípio ativo que faz engordar. “O anticoncepcional não possui calorias! Ele apenas retém uma pequena quantidade de líquido, que faz com que a mulher inche, que será eliminado quando o uso do medicamento se tornar contínuo”, fala o médico. O médico atenta para o fato de que se o organismo da mulher não se adaptar ao remédio utilizado, ele realmente a fará engordar.

Existem dois tipos de anticoncepcionais, as pílulas e os medicamentos injetáveis. O ginecologista explica que a principal diferença entre esses anticoncepcionais é a maneira como eles são inseridos no organismo da mulher, pois sua finalidade, sua base hormonal é a mesma. “A adaptação a certo medicamento vai variar de mulher para mulher”, diz Dr. Aloysio.

A maioria das mulheres adultas usam anticoncepcional. O ginecologista Aloysio Campos ressalta que tais medicamentos não possuem contra-indicações e poucos efeitos colaterais, como dores nas pernas e mamas e acne. “Na maioria das vezes os anticoncepcionais não trazem malefícios para a saúde da mulher. Mas é recomendável que antes de iniciar um tratamento com anticoncepcional, a mulher procure um ginecologista que lhe indicará um bom medicamento”, finaliza Dr. Campos.

FONTE:http://www.tommasi.com.br

SAÚDE: Recompensa perigosa

outubro 19, 2009 por Wesley Fernandes da Silva  
Categoria: Saúde

Praticar atividades físicas e ingerir mais calorias como prêmio pelo esforço pode render quilinhos indesejados

14 Setembro 2009 – Após ficar horas pedalando e levantando peso na academia, nada melhor do que uma pizza para deixar o dia mais saboroso. Afinal, depois de suar tanto, você merece esse prazer, não é mesmo?! Cuidado! Muitas pessoas pensam dessa maneira e veem seu plano de emagrecer acabando em…pizza.

Mesmo se exercitando frequentemente, muitas pessoas não conseguem emagrecer o que esperavam ou, pior ainda, acabam engordando. Isso acontece, muitas vezes, por causa do mecanismo compensatório. As pessoas acreditam que, por terem realizado exercícios físicos, podem comer o quanto quiser, que ainda vão emagrecer.

Para atingir esse objetivo – o emagrecimento – a fórmula é simples: você precisa gastar mais calorias do que ingeriu. Por isso, é necessário estar consciente de que a prática, mesmo regular, de exercícios, não lhe dá o direito de cometer exageros na mesa. O ideal é que cada pessoa busque o equilíbrio entre alimentos ingeridos e o gasto calórico.

Há outros fatores que podem aumentar a dificuldade para perder peso, como a falta de regularidade nos exercícios e praticar uma atividade que não gosta, pois fazendo por obrigação e não porque sente prazer, você pode desistir mais depressa ou ter menos vontade de controlar a ingestão calórica.

É importante lembrar que não comer nada ou comer muito pouco também é prejudicial à saúde e ao bem-estar. A quantidade ideal de alimentos a ser ingerida por uma pessoa que pratica atividade física varia de acordo com o sexo, peso, idade, modalidade praticada, duração, frequência e intensidade. Na dúvida, procure a orientação da um profissional especializado.

Fonte: Revista Isto É (26/08/2009) e Blog Chegada/Renato Dutra (veja.com)/ UNIMED

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